quinta-feira, 18 de junho de 2015

MENSAGEM DA NAVE MÃE SIRIUS SIRIAN MOTHERSHIP 16 de junho de 2015.



Os dados foram lançados e os Eventos estão agora postos em movimento, e eles anunciam o fim às práticas imperialistas.
Afirmamos que o controle indevido de outros será suprimido e, eventualmente, se consumirão por si mesmos.
Esse modo de vida é estéril e tem mantido vocês embalados e dormindo no sonho da limitação.
O novo sistema chega em um turbilhão dentro de vossos seres, e vocês estão muito longe do colapso dos escuros.
A chegada do solstício de verão traz com ela energias de excitação e do status quo da separação - por isso tudo pode comungar junto, mostrando um outro favor e graça com tudo indo bem.
Tudo o que está no seu caminho e cada situação são especificamente para você, apesar de todas as calúnias em contrário.
Suas habilidades psíquicas vão começar a voltar, esses sentidos extras,
telepatia, etc., são velhas estâncias que lhe serviram bem em tempos passados.
Tome dia a dia essas coisas com respeito, ao invés de descartá-las de vez.
Por enquanto você trabalha para apagar seu ego, e suas habilidades evoluídas irão naturalmente encontrá-lo.
O ego é o sistema de suporte vital, no entanto, cuidadosamente,
identifique e libere o que não serve mais ao bem mais elevado. Sua saúde espiritual é restaurada quando você descarta o que não é necessário.
Vocês estão retornando para o seu primeiro padrão indígena, formado antes da queda dentro da consciência limitada, e este virá acompanhado por algumas ondas de agitação, no entanto estamos monitorando de perto ao você atravessar o processo de transição.
Estas mudanças irão reverberar em torno de seu mundo. Isso irá ajudá-lo a negar as máscaras e outros desgastes, e ver unidade em tudo, pois muitas coisas ofensivas foram ditas a esse respeito.
Os nossos aliados estão negociando um acordo para que você possa receber os fundos de prosperidade e uma imagem completa dos tesouros disponíveis é imponderável.
Os atrasos foram causados por pessoas preocupadas com sua segurança financeira e pelo desejo de que as coisas não mudem.
Eles estão fascinados pelo mito que, de alguma forma, se novas tecnologias e sistemas estejam disponíveis para as pessoas, elas não vão comprar petróleo, medicamentos, hipotecas, ou armas etc.
Estas preocupações têm de ser integralmente processadas e analisadas pela luz que beneficia a sociedade que compensa eventuais perdas.
A escuridão planeja paralisar o mercado de ações para criar medo.
As perdas incorridas serão altamente focadas e direcionadas para os não-alinhados com eles.
Isso é possível porque eles têm espiões em muitos sistemas de computador que coletam dados detalhados, por isso temos registros de quem possui o quê e onde.
Deixe seus olhos serem abertos a esta verdade. Isso também irá colocar os fundos de pensão sob pressão.
O princípio de conquistar tudo o que puder obter, tem sido um completo fracasso para o bem comum, e é essencial concluir sua limpeza e comprometer-vos com o Amor incondicional.
Ressaltamos a necessidade de renovar o compromisso com o Amor incondicional, pois você tem muitas distrações, e acautele-se de não se contentar com nada menos do que o puro e total Amor para todos.
Quando você tem dúvidas sobre as intenções do outro, sua tentação é simplesmente de protestar passiva e agressivamente, não indicando claramente quais as suas preocupações, em vez celebrar a honestidade de frente.
Para os problemas exteriores dentre vós, eles podem ser facilmente dissipados à distância.
É vital que as disputas sejam resolvidas antes que eles se tornem problemas reais que afetam o todo.
Quando você está em ressonância com os outros, a recompensa chega.
Nós iremos defender o que for público em caso de necessidades, e nosso alcance é longo, no que diz respeito ao repreensível plano das trevas de implantar microchips em vocês. Isto visa observar cada movimento seu, para eles se tornarem os mestres manipuladores de suas vidas.
No entanto o que faz você ser quem é, vem do mundo espiritual invisível para o qual eles estão cegos.
Exercite a prudência antes de permitir que qualquer pessoa possa fazer mudanças no seu corpo.
Os escuros têm tido vitórias ocas, porém eles mantêm o tom provocador e continuam em seus caminhos escuros.
Suas ações estão sendo colocadas sob os holofotes e seus atos sob prevenção.
Eles não têm respostas para as muitas denúncias levantadas contra eles,
mas uma porta giratória de desculpas por seu mau comportamento.
Você pode ter certeza de que a ilegalidade e a desordem serão expurgadas, e unidade e harmonia reabastecida e restaurada.
Vocês estão ganhando terreno e têm o potencial para perceber que vocês todos são adoráveis e cativantes; e é apenas ilusão quando você se depara com um muro de resistência.
Você está se transformando em um ser que está em seu próprio poder,
porém, para muitos ainda não está claro quais ferramentas são necessárias para alcançar este objetivo.
A solução está sob a superfície de tudo o que você vê ao seu redor. Questões que se escondem sob a superfície, podem revoltar você, mas se não forem tratadas e resolvidas, vão consumir todo o seu potencial.
A indústria de biocombustível irá resolver seus problemas e seguir em frente, enquanto a energia geotérmica será dificultada.
Os Gigantes do Óleo lamentam sobre o que parece ser sua extinção, no entanto, o destino do petróleo sempre foi ser gradualmente eliminado, e eles entendem claramente isso.
É inerentemente uma batalha difícil para a igualdade social, no entanto, o valor é imensurável e com ele vem abundância e a liberdade.
A queda na consciência distante da felicidade e da alegria celeste sempre esteve definido em limites claros, e vai ser emocionante e eletrizante quando tudo finalmente chegar à conclusão.
Você tem estado sujeito a opressão não justificada pelas trevas, no entanto, nós pedimos que você se separar disso, e ajudem uns aos outros da melhor maneira possível, para que a Grande Espada da verdade possa cortar qualquer injustiça.
Eles têm feito isso sobre si mesmos, assim como nós, os seres alados, iremos intervir para corrigir o desgoverno e colocá-los onde eles não possam interferir mais com você.
Em sua vida diária, você pode ser espontâneo e criativo quando socializar com estranhos aleatórios em sites sociais da Internet.
Um bilhão de almas com cicatrizes de mágoas do passado estão nas pontas de seus dedos, e você poderia usar a cura pelo coração. Um ouvido sensível e um pouco de humor pode seguir por um longo caminho.
A Terra interior mantém os mestres ascensos, e a missão deles é ir até a superfície, e eles vão assumir o fardo da humanidade no caminho para a luz.
Então, tenha certeza de que as coisas vão funcionar livres de qualquer desequilíbrio, e siga em frente para a luz.
Seu trabalho prático, embora qualificado e bem-intencionado, é apenas uma projeção de ilusão, pois o fim da sua história sempre foi escrito nas estrelas.
Vocês são todos interdependentes, e são Um, e estão cobertos pelo Amor do Criador.
Obrigado

Nave-Mãe Sirius
 
 
Canal: Phil Light Body
Webpage: Light Love & Grace
Traduzido por Adriano Pereira/blog Luz e Vida 

domingo, 10 de maio de 2015

COMO A QUEDA DE ATLÂNTIDA MUDOU NOSSA REALIDADE-PRIMEIRA PARTE



As primeiras narrativas nos contam que, de todas as lendas sobre povos e civilizações perdidas, a história de Atlântida parece ser aquela que mais interesse tem despertado. A primeira referência escrita deste mito encontra-­se nos relatos de PLATÃO. 

Nos diálogos Timeu e Crítias , é narrada a fascinante história da civilização localizada “para além das colunas de Hércules”  (ver post anterior da série).

 É descrita a existência desta ilha, bem como os detalhes históricos de seu povo, com sua organização social, política e religiosa, além de sua geografia e também da sua fatídica destruição “no espaço de uma noite e um dia “. Eis parte do diálogo : “…Ouvi, disse Crítias, essa história pelo meu avô, que a ouvira de    SÓLON , o filósofo. No delta do Nilo eleva-­se a cidade de Sais, outrora capital do faraó AMÁSIS e que foi fundada pela deusa Neit, que os gregos chamam Atena.

Os habitantes de Sais eram amigos dos atenienses, com os quais julgavam ter uma origem comum. Eis por que Sólon foi acolhido com grandes homenagens pela população de Sais. Os sacerdotes mais sábios da deusa Neit apressaram-­se a iniciá-­lo nas antigas tradições da história da humanidade. Na tradição oral de muitos povos antigos, nos relatos de textos bíblicos, em documentos toltecas e nos anais da doutrina secreta, existem coincidências que nos fazem crer que outrora existiu um continente no meio do Oceano Atlântico, que um dia foi tragado pelas águas revoltas.

 

O RELATO DE PLATÃO 

Geográficamente, Platão descreve a Atlântida desta forma: “toda a região era muito alta e caía a pique sobre o mar, mas que o terreno à volta da cidade era plano e cercado de montanhas que desciam até a praia, de superfície regular, era mais comprida do que larga, com três mil estádios na sua maior extensão, e dois mil no centro, para quem subisse do lado do mar. Toda essa faixa da ilha olhava para o sul, ao abrigo do vento norte. As montanhas das imediações eram famosas pelo número, altura e beleza, muito acima das do nosso tempo…”. 

Segundo todos os relatos, os atlantes desenvolveram-­se de tal forma, que o grau de riqueza alcançado por sua civilização não encontra paralelo conhecido, sendo pouco provável que outros povos viessem a obter tamanha prosperidade e bonança.

A Atlântida possuía dez reis. Estes soberanos por sua vez possuíam dentro de seus domínios,segundo palavras de Platão, “um poder discricionário sobre os homens e a maior parte das leis, sendo-­lhes facultado castigar quem quisessem, ou mesmo condená-­los à morte”. 

O país dos atlantes era dividido em 60.000 lotes e cada um deles tinha um chefe militar. O aspecto que mais fascina no relato platônico é sem dúvida o que se refere às riquezas da ilha/­continente, tanto no que tange às construções, como aos imensos recursos naturais da legendária ilha.

 

Segundo Platão, a Atlântida possuía a capacidade de prover seus habitantes com todas as condições de sustento, apesar de receber de fora muito do necessário, provavelmente, através do comércio. Havia na ilha grande abundância de madeira que com certeza foi utilizada nas imensas obras lá construídas, bem como imensas pastagens, tanto para animais domésticos, como para selvagens, incluindo aí a raça dos elefantes, que teriam se multiplicado pela ilha. Havia também todos os tipos de frutos, legumes, flores e raízes, sendo que o fabrico de essências e perfumes era corriqueiro. A extração de minérios, em particular o ouro, ocorria fartamente em Atlântida.  

Diz Platão que de início os atlantes “construíram pontes nos cinturões de mar que envolvia a antiga metrópole, a fim de conseguir passagem para fora e para o palácio real”, bem como abriram um canal de três plectros de largura e cem pés de profundidade, ligando o mar ao primeiro cinturão de água, canal este que servia de entrada para embarcações vindas de outras partes. 

No segundo cinturão, os barcos podiam ancorar com maior segurança, e fazia deste uma espécie de porto. As águas jorravam no centro da ilha, desde que Poseidon assim quis, também tiveram tratamento dos mais apurados: em suas imediações foram plantadas “árvores benéficas para as águas”, bem como foram construídas “cisternas para banhos quentes no inverno”. Havia, contudo, locais próprios para os banhos dos reis, bem como modalidades específicas para as mulheres.

Segundo o relato, “parte da água corrente eles canalizaram para o bosque de Poseidon, a outra parte era canalizada para os cinturões externos por meio de aquedutos que passavam sobre as pontes”. 

Nos cinturões externos de terra, foram construídos ginásios para práticas esportivas e hipódromos, bem como moradia para soldados, hangares para barcos e armazéns para todas as modalidades conhecidas de artigos náuticos.

 O canal principal que servia de entrada para embarcações era muito movimentado, tanto de dia como de noite, o que demonstra ter sido Atlântida um grande centro comercial de seu tempo. O palácio real era segundo os relatos “uma verdadeira obra prima de encantar a vista, por suas dimensões e beleza”

 

O QUE DIZ A GEOLOGIA

Há 100 milhões de anos, a geografia do planeta era bem diferente da atual. As massas continentais encontravam-se unidas, formando um grande continente, cercado pelo mar. Este grande continente conhecido como PANGÉIA , desfez­-se gradualmente ao longo das eras geológicas, até atingir a conformação atual. Este fato é reconhecido pela ciência. Este processo de separação,  se deu por violentos movimentos tectônicos, às vezes acompanhados de cataclismos violentos, que se prolongaram por milhões de anos. Neste período de deslocamento constante das placas tectônicas, se deram formações de cordilheiras, bem como o desaparecimento de vastas áreas, que submergiram nos oceanos. 

O local onde os dois grandes blocos continentais se desmembraram (Américas a Oeste ­ Europa, Ásia e Austrália a Leste) encontra-­se demarcada por uma espécie de cordilheira submarina chamada DORSO MESO - ATLÂNTICA.
 

A Dorsal Meso­-Atlântica apresenta inúmeras ramificações, que praticamente chegam a ligar os dois blocos continentais. Ao longo destas colinas submarinas, encontra-­se uma enormidade de ilhas vulcânicas que vão de polo a polo. Ao norte, em plena região ártica temos as ilhas Pássaros, Jan Mayen e Islândia. Mais ao sul, pouco acima do trópico de câncer, encontramos o arquipélago de Açores, Ilha da Madeira e Cabo verde. Mais ao sul temos Santa Helena e outras menores. Próximo da Antártida destacamos as ilhas de Érebo, Martinica. Desta forma, Atlântida pode ter se constituído numa destas formações marcadas por intenso vulcanismo. 

A tese da separação dos continentes encontra um forte respaldo na perfeita combinação da costa brasileira com a costa ocidental da África, 

que se encaixam como num quebra­ cabeças, no entanto, no extremo norte, as peças deste quebra­-cabeças não se encaixam com clareza. Isto pode ser percebido nos litorais da Escandinávia, Islândia, Groenlândia e norte do Canadá. Entre a costa Norte­ Americana e a Europa e norte da África, existe um grande vazio, como se faltasse uma peça do quebra ­ cabeças. 
Teria então este vazio relação com o Continente da Atlântida, desaparecido no meio do Oceano?


QUEM PODE TER SIDO OS POVOS QUE HABITARAM  ATLÂNTIDA

Alguns estudiosos dos escritos de Platão, acreditam que o continente de Atlântida seria na realidade a própria América, e seu povo culturalmente avançado e cobertos de riquezas, seria ou o povo CHAVIN , da Cordilheira dos Andes, ou os OLMECAS  da América Central, cujo uso de ouro e pedras preciosas é confirmado pelos registros arqueológicos. Terremotos, comuns nestas regiões, poderiam ter dado fim a estas culturas, ou pelo menos poderiam tê-­las abalado de forma violenta por um período de tempo. Através de diversos estudos, alguns estudiosos chegaram a conclusão que  TIWANAKU , localizada no altiplano boliviano, seria a antiga Atlântida. Essa civilização teria existido de 17.000 a.C. a 12.000 a.C., em uma época que a região era navegável. Foram encontrados portos de embarcações em Tiwanaku, faltando escavar 97,5% do local. Para alguns arqueólogos e historiadores, Atlântida poderia ser uma mitificação da  cultura minóica, que floresceu na ilha de Creta até o final do século XVI a.C.. Os ancestrais dos gregos, os micênicos, tiveram, no início de seu desenvolvimento na PÍNISULA BALCÂNICA,  contato com essa civilização, culturalmente e tecnologicamente muito avançada. Com os minóicos, os micênicos aprenderam arquitetura, navegação e o cultivo de oliveiras, elementos vitais da cultura helênica posterior. No entanto, dois fortes terremotos e maremotos no Mar Egeu solaparam as cidades e os portos minóicos, e a civilização de Creta rapidamente desapareceu. É possível que as histórias sobre este povo tenham ganhado proporções míticas ao longo dos séculos, culminando com o conto de Platão.

 

A  DERROCADA DA CIVILIZAÇÃO ATLANTE  E O SEU LEGADO

Os primeiros Atlantes julgavam a si próprios pelo caráter e não pelo que tinham, e viviam em harmonia com a natureza. Pode-­se dizer que 50% de suas vidas era voltada ao espiritual e os outros 50% para o lado prático,a vida material. Possuíam grandes poderes mentais, o que lhes conferia domínio da mente sobre o corpo. Eles faziam coisas impressionantes com os seus corpos. Assim, viveram por muito tempo até que, em decorrência da proximidade do sul da Atlântida com o Continente Africano, várias tribos agressivas africanas dirigiram-­se para a Atlântida, forçando os Lemurianos estabelecidos na Atlântida a se deslocarem cada vez mais para o norte do continente atlante. Com o transcorrer do tempo, os genes dos dois grupos foram se misturando. 

Em 52.000 a.C. os Atlantes começaram a sofrer com ataques de animais ferozes, o que os fizeram aumentar seus conhecimentos em armas, motivando um avanço tecnológico na Atlântida. Novos métodos de agricultura foram implementados, a educação expandiu, e consequentemente bens materiais começaram a assumir um grande valor na vida das pessoas, que começaram a ficar cada vez mais materialistas e consequentemente os valores psíquicos e espirituais foram decaindo. Uma das consequências foi que a maioria dos atlantes foi perdendo a capacidade de clarividência e suas habilidades intuitivas por falta de treinamento e uso, a ponto de começarem a desacreditar na mencionadas habilidades.

O famoso vidente Edgar Cayce   afirmava que dois grupos diversos tiveram grande poder nessa época, um deles chamados de “Os Filhos de Belial”. Estes trabalhavam pelo prazer, tinham grandes posses, mas eram espiritualmente imorais.
Um outro grupo chamado de “As Crianças da Lei Um”, era constituído por pessoas que invocavam o amor e praticavam a reza e a meditação juntas, esperando promover o conhecimento divino. Eles se chamavam “As Crianças da Lei Um” porque acreditavam em Uma Religião, Um Estado, Uma Casa e Um Deus, ou melhor, que Tudo é Um. Logo após essa divisão da civilização atlante, foi que ocorreu a primeira destruição da Atlântida, ocasião em que grande número de imensos vulcões entraram em erupção. Então, uma parte do povo foi para a África onde o clima era muito favorável e possuíam muitos animais que podiam servir como fonte de alimentação. Ali os descendentes dos atlantes viveram bem e se tornaram caçadores. A outra parte direcionou-­se para a América do Sul onde se estabeleceu na região onde hoje é a Bacia Amazônica. Biológicamente os atlantes do grupo que foi para a América do Sul começaram a se degenerar por só se alimentavam de carne, pensando que com isso iriam obter a força do animal, quando na verdade o que aconteceu foi uma progressiva perda das habilidades psíquicas.

 

Assim, viveram os descendentes atlantes até que encontraram um povo chamado Ohlm, remanescentes dos descendentes da Lemúria, que os acolheram e ensinaram-­lhes novas técnicas de mineração e agricultura. As duas partes que fugiram da Atlântida floresceram muito mais do que aquela que permanecera no continente, pois em decorrência da tremenda destruição, os remanescentes praticamente passaram a viver como animais, vivendo nas montanhas durante 4.000 anos, após o que começaram a estabelecer uma nova civilização.

Em 48.000 a.C. a 28.000 a.C, os atlantes que estabeleceram uma nova civilização na Atlântida e começaram de forma muito parecida com o início da colonização que os Lemurianos  fizeram na Atlântida. Eles  voltaram a trabalhar com a natureza e nisso passaram-se milhares de anos; mas, com o avanço científico e tecnológico também começaram a ficar cada vez mais agressivos, materialistas e decadentes. Os tecnocratas viviam interessados em bens materiais e desrespeitando a religião. A mulher se tornou objeto do prazer; crimes e assassinatos prevaleciam, os sacerdotes e sacerdotisas praticavam o sacrifício humano. Os atlantes se tornaram uma civilização guerreira. Alguns artistas atlantes insatisfeitos fugiram para costa da Espanha e para o sudoeste da França, onde até hoje se veem algumas de suas artes esculpidas nas cavernas.

Em 28.000 a.C. com a mudança do eixo da Terra, os vulcões novamente entraram em grande atividade acabando por acarretar o fim da segunda civilização atlante. Com isso novamente os atlantes fugiram para as Antilhas, Yucatã, e para a América do Sul.

Em 28.000a.C. a 12.500 a.C. surge  a civilização atlante que foi descrita por Platão. 
Mais uma vez tudo se repetiu, os que ficaram recomeçaram tudo novamente, recriando as cidades que haviam sido destruídas, mas inicialmente não tentando cometer os mesmos erros da florescente civilização passada. Eles unificaram a ciência com o desenvolvimento espiritual a fim de haver um melhor controle sobre o desenvolvimento social. 

Começaram a trabalhar com as Forças da Natureza, tinham conhecimento das hoje chamadas linhas Hartman  e Linhas ley  que cruzam toda a Terra, algo que posteriormente veio a ser muito utilizado pelos celtas que construíram os menires e outras edificações em pedra. Vale salientar que eles acabaram por possuir um alto conhecimento sobre a ciência dos cristais, que usavam para múltiplos fins, mas basicamente como grandes potencializadores energéticos, e fonte de registro de informações, devido a grande potência que o cristal tem de gravar as coisas.

Os Atlantes tinham grande conhecimento da engenharia genética, o que os levou a tentar criar “raças puras”, raças que não possuíssem nenhum defeito. Esse pensamento persistiu até o século XX, como sendo uma das bases do nazismo. Os Atlantes detinham grandes conhecimentos sobre as pirâmides, e há quem diga que elas foram edificadas a partir desta civilização e que eram usadas como grandes condutores e receptores de energia sideral, o que, entre outros efeitos, fazia com que uma pessoa que se encontrasse dentro delas, especialmente na Grande Pirâmide, entrava em estado alterado de consciência quando então o sentido de espaço­/tempo se alterava totalmente. É certo que os habitantes da Atlântida possuíam um certo desenvolvimento das faculdades psíquicas, entre as quais a telepatia, embora que muito aquém do nível atingido pelos habitantes da primeira civilização. Construíram aeroplanos, mas nada muito desenvolvido, algo que se assemelharia mais ao que  hoje é conhecido como “asa delta”. Isto tem sido confirmado através de gravuras em certos hieróglifos egípcios e maias. Também em certa fase do seu desenvolvimento, os atlantes foram grandes conhecedores da energia lunar, tanto que faziam experiências muito precisas de conformidade com a fase da Lua. Além disto, foram grandes conhecedores da astronomia em geral.

 

CONCLUSÃO

Se não fôssemos seres multidimensionais, se fôssemos apenas corpos materiais ligados á Terra e não tivéssemos nenhum outro lugar para ir, estaríamos em uma situação muito grave.Mas, por causa de quem somos, o que está para acontecer na Terra poderá tornar-se um instrumento para um enorme crescimento.Lembremos que a vida, é uma escola.Mas, ainda assim, se percebermos a situação incrivelmente perigosa em que nos encontramos,poderemos despertar para quem somos.Com todas as informações que estão sendo disponibilizadas para a humanidade não é o momento de ficar sentado, de fingir que nada está acontecendo, de continuar com a vida como de costume e continuar pensando da maneira como sempre pensamos.Temos que desenvolver, cada um individualmente, uma modalidade de ação interior, espiritual, uma meditação que recupere nossa ligação com todas as formas de vida em todo o lugar. A maneira de fazer é SER.Esta é uma ação mental que nos permite perceber a situação e levá-la á sério, trabalhando no sentido de podermos fazer algumas mudanças reais na nossa consciência.Essa mudança interior em que precisamos nos concentrar e compreender pouco á pouco, irá se desenvolver á medida que continuarmos.Quem entender o outro lado desta moeda da vida, vai perceber que esses problemas ambientais não são um problema de verdade quando a consciência superior entra no mundo em terceira dimensão, embora do ponto de vista da terceira dimensão, pareça o fim da vida. CONTINUA….

    >> A parte que ignoramos é muito maior que tudo quantos sabemos (Platão)

Bibliografia:

1)  O código de Atlântida - Charles Brokaw
2)  Herdeiros de Atlântida - vol.  I e 2 - Eduardo Spohr
3)  Crônicas de Atlântida  - Antonio Luis M. C. Costa
4)  Atlântida - Roseliss Von Sass
5)  Ecos da Atlântida - Loty Ger
6)  O Enigma da Atlântida - Alexandre Braghine
7)  Em busca da Atlântida - Andy Mcdermott
8)  A Alquimia da Ascensão - James Tyberonn
9)  Lightworker 2010 - PDF - biblioteca Virtual
10) O Mistêrio da Atlântida - Charles Berlitz
11) O antigo segredo da Flor da Vida - Drunvalo Melchisedek
12) Light- The medicine of the future - Jacob Liberman

>> Divulgação no site a Luz é Invencível <<

 Nota: alguns livros estão disponíveis na " Bibliteca Virtual "  no site a Luz é Invencível



COMO A QUEDA DE ATLÂNTIDA MUDOU NOSSA REALIDADE- SEGUNDA PARTE




ATLÂNTIDA – FÁBULA OU FATO?- uma breve recapitulação da primeira parte- A primeira fonte de informação que chegou ao mundo moderno é sem dúvida os escritos dep PLATÃO.
Foi ele quem primeiro falou da existência de uma ilha então submersa à qual foi dado o nome de Atlântida. Platão tomou conhecimento da Atlântida através de SÓLON que, por sua vez lhe foi referido por pelos sacerdotes egípcios, num dos templos da cidade egípcia de Saís. Na verdade, a Atlântida data de pelo menos 100.000 a.C., então constituindo não uma ilha e sim um imenso continente que se estendia desde a Groenlândia até o Norte do Brasil. Sabe-­se que os atlantes chegaram a conviver com os lemurianos, que viviam num continente no Oceano Pacífico, aproximadamente onde hoje se situa o Continente Australiano.
Naquele continente Atlante, havia muitos terremotos e vulcões e foi isto a causa de duas das três destruições que acabaram por submergi-­lo . A terceira destruição não foi determinada por causas naturais.

Na primeira destruição, em torno de 50.000a.C. várias ilhas que ficavam junto do continente atlante afundaram, como também a parte norte do continente que ficava próximo a Groenlândia, em decorrência da ação dos vulcões e terremotos. A segunda destruição, motivada pela mudança do eixo da Terra, ocorreu em torno de 28.000 a.C., quando grande parte do continente afundou, restando algumas ilhas, das quais uma que conectava o continente Atlante à América do Norte. E a terceira foi exatamente esta onde floresceu a civilização citada por Platão e que por fim foi extinta, em uma só noite, afundando-­se no mar ,restando apenas as partes mais elevadas que hoje corresponde aos Açores, descrita por Platão. Para se estudar bem a Atlântida deve-­se considerar que esse nome diz respeito a três civilizações distintas, pois em cada uma das destruições, os que restaram tiveram que recomeçar tudo do início.

Desde a idade de Platão, a história da Atlântida tem arrebatado um interesse especial de incontáveis pessoas. “Homens sábios e tolos, excêntricos e poetas, cientistas e filósofos, hereges e sacerdotes” disse o oceanógrafo sueco Petterson, que tem discutido o problema, se a Atlântida realmente existiu ou foi apenas um ornamento da teoria de Platão da organização social e do Estado.Esta discussão se a história da Atlântida era apenas um conto de fadas ou um valioso registro histórico já havia começado no tempo de Platão. Ele próprio repetidamente avaliou que a história não era uma fábula, mas completamente verdadeira. Em outros lugares ele diz que a história da Atlântida, embora curiosa, é em todos os aspectos uma certeza histórica. Para resolver e decifrar este dilema, sociedades foram fundadas, conferências foram realizadas, e expedições de pesquisa foram equipadas em ordem de realizar a tarefa. Segundo relatos de jornais, apenas em 1950 três grandes expedições estiveram tentando encontrar a Atlântida.
EGERTON SYKES, acreditou que a ilha afundada estaria nas vizinhanças dos Açores, a mais de 10.000 pés de profundidade, e tentou em vão encontrar traços dela, usando equipamento de radar e cargas profundas. É relatado que um descendente de Tolstói resolveu procurar perto de Bermudas porque um piloto aéreo americano havia dito ter avistado muros e ruínas de templos no Atlântico Sul durante a última guerra. O francês HENRI LHOTE  equipou uma expedição ao Saara, onde, no deserto pedregoso e sem água de Tanzerouft, ele esperava encontrar a ilha afundada da Atlântida.

Platão tem sido acusado de engano deliberado e toda a pesquisa relativa a Atlântida condenada como uma ‘contribuição à tolice humana”, e todos estes que tem tratado o assunto tem sido denunciados como ‘tolos’, ‘atlântomaniacos’ e ‘excêntricos’. Mas os eternos céticos que pronunciaram este julgamento severo, tem cumprido sua tarefa de um modo fácil demais. Nenhum dos muitos que descartaram a história atlante como pura fantasia tem até mesmo tentado provar sua avaliação.Platão tem sido denunciado como um charlatão antes que suas declarações sejam até mesmo testadas e seus escritos tem sido julgados como “livre poesia”, sem a questão  ter sido proposta, já que os papiros e inscrições que ele afirmava como a base para seu relato, de fato não tenham existido ou possam não existir ainda hoje.

 

Os pesquisadores e cientistas sérios que investigam o assunto, estabelecem que todos os eventos descritos na história da Atlântida devem ter ocorrido no tempo do uso mais inicial do ferro, no fim do século treze AC, e começaram a pesquisar  se existia qualquer inscrição ou papiro deste tempo que confirmasse as declarações da história. De fato  um número considerável de tais textos são conhecidos:
1 – Inscrições por volta do tempo do faraó Merneptah (1232-1214 AC), entre elas o Grande Tablete de Karnak e a Estela de Athribis . 

2 – As inscrições e pinturas na parede no templo de Ramsés III (1200-1168 AC) em Medinet Habu, onde milhares de quilômetros quadrados de inscrições históricas e relevos estão gravados nas paredes e colunas. 

3 – O Papiro Harris, o texto mais compreensivo que nos foi preservado do antigo Oriente.Ele é um rolo de papiro que tem cem pés de comprimento e que foi escrito como um tipo de relatório do governo de Ramsés III.
 
4 – Temos a acrescentar a estas fontes contemporâneas muita informação adicional obtida por nós de antigos poetas e escritores de uma idade posterior. Como esta informação não pode ser seguramente datada  devemos citá-las apenas em casos excepcionais. 

5 – Além disso há muita evidência arqueológica que, reunida com os inúme
ros achados da ciência natural, impressivamente confirma as declarações das inscrições contemporâneas e da história da Atlântida.

 

UMA VISÃO HOLÍSTICA SOBRE ATLÂNTIDA E AS CONSEQUÊNCIAS DA SUA QUEDA 

Um pouco menos de 13.000 mil anos atrás, houve um incidente muito dramático na história do nosso planeta o qual examinaremos com mais detalhes,porque esse acontecimento do passado está influenciando a nossa vida atual em todos os sentidos.Tudo o que vivenciamos na nossa realidade atual,incluindo diversas tecnologias que usamos, as guerras que eclodem, os alimentos que consumimos e até mesmo o modo como sentimos a nossa vida, é o resultado direto de uma determinada sequência de eventos que aconteceram durante o fim do período atlante.As consequências desses eventos remotos mudaram completamente o modo como vivemos e interpretamos a realidade.Tudo está interligado.Há apenas uma realidade e um Plenum Cósmico/Deus, mas existem muitas maneiras pelas quais a Realidade Única pode ser interpretada.

Na verdade, o número de maneiras de interpretar a Realidade é praticamente infinito.Existem determinadas realidades com as quais muitas pessoas concordam e essas realidades são chamadas de Níveis de Consciência. Por razões que veremos, há realidades específicas com as quais números extremamente grandes de seres estão se preocupando,entre as quais se inclui essas que todos nós estamos vivenciando neste exato momento.



Houve uma época em que existimos sobre a Terra num nível muito elevado de consciência, que estava muito além de tudo o que podemos imaginar hoje em dia.Mal tínhamos capacidade para imaginar em que nível estávamos,porque quem éramos na época está muito diferente de quem somos hoje.Por causa dos eventos particulares que aconteceram entre 16 mil e 13 mil anos atrás, a humanidade caiu daquela posição muito elevada através de muitas dimensões e sons harmônicos, até mesmo aumentando de densidade, até chegarmos a esta posição particular, a que chamamos a terceira dimensão sobre o planeta Terra, o mundo moderno.

Quando caímos–foi semelhante á uma queda–entramos em uma espiral de consciência descontrolada precipitando-nos através das dimensões da consciência. Estávamos fora do controle, e isso foi muito parecido com uma queda através do espaço.Quando chegamos aqui na terceira dimensão, determinadas mudanças específicas aconteceram,tanto fisiológicamente quanto no modo como nos comportávamos na Realidade. A mudança mais importante foi na maneira como respirávamos o PRANA ou Energia Vital deste universo, conforme denominado pelos hindus. 

O Prana é mais decisivo para a nossa sobrevivência do que o ar, os alimentos ou qualquer outra substância, e o modo pelo qual absorvemos essa energia no nosso corpo afeta radicalmente o modo como percebemos a Realidade.



UMA BREVE HISTÓRIA DA IMPORTÂNCIA DO PRANA , DA ESTRELA TETRAÉDRICA E DA GLÂNDULA PINEAL NA QUEDA DE ATLÂNTIDA

No período atlante e depois dele, o modo como respirávamos o Prana estava diretamente relacionado aos campos energéticos eletromagnéticos que circundam o nosso corpo.Todas as formas de energia do nosso campo são geométricas, e a única com que trabalhamos é a  estrela tetraédrica,  que consiste em 2 tetraedros entrelaçados.Outra maneira de considerá-la é como uma Estrela de Davi tridimensional.

O vértice do tetraedro que aponta para cima termina á distância de uma mão acima da cabeça, e o vértice do tetraedro que aponta para baixo termina á distância de um palmo abaixo dos pés.Um tubo de ligação estende-se do vértice superior para o ponto inferior através dos principais centros de energia do corpo, ou   Chakras.
 Esse tubo, no nosso corpo, tem o diâmetro do círculo que se forma ao unir nosso polegar ao dedo médio da mesma mão.Ele se parece como um tubo de vidro fluorescente, com a diferença  que tem uma estrutura cristalina nas extremidades. as quais se encaixam nos dois vértices da estrela tetraédrica.
Antes da queda de Atlântida, costumávamos “puxar” o Prana simultâneamente de cima para baixo e de baixo para cima no tubo, e os dois fluxos de Prana encontravam-se dentro de um dos nossos chackras.

Específicamente como e onde o Prana se encontra, sempre foi um aspecto importante desta ciência antiga, a qual hoje em dia é estudada em todo o Universo.Outro ponto importante do corpo humano é a Glândula Pineal,  localizada quase no centro da cabeça, a qual é um fator importantíssimo da Consciência.Essa glândula degenerou em relação ao seu tamanho original, comparável a uma bola de pingue-pongue, até o seu tamanho atual, que é o de uma ervilha,porque há muito tempo nos esquecemos do modo como usá-la!
e se não a usamos, a perdemos.

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A energia prânica fluía através do centro da glândula pineal.Essa glândula, de acordo com Jacob Liberman, , autor de LIGHT, THE MEDICINE OF THE FUTURE,assemelha-se á um olho, e em alguns aspectos ela é literalmente um globo ocular.È redonda e tem uma abertura em uma das faces;nesta abertura se encontra a lente para focalizar a Luz.Ela é oca e tem receptores coloridos internamente.
O seu campo de visão básico—embora isso ainda não tenha sido determinado científicamente–é voltado para cima, na direção do céu.Assim como os nossos olhos conseguem ver a 90 graus lateralmente em relação á direção para a qual estão voltados, a glândula pineal também pode “ver” até 90 graus da direção que focaliza.Assim como não conseguimos enxergar a parte de trás da cabeça, a glândula pineal não pode olhar na direção da Terra.
Guardadas dentro da glândula pineal—mesmo estando ela tão encolhida—encontram-se todas as geometrias sagradas e o conhecimento sobre exatamente como foi criada a Realidade.Está tudo ali, em todas as pessoas.Mas este conhecimento não nos é acessível atualmente porque perdemos nossas lembranças durante a Queda, e sem as nossas lembranças começamos a respirar de modo diferente.Em vez de absorver o Prana por meio da glândula pineal e fazê-lo circular para cima e para baixo pelo nosso tubo central, começamos a absorvê-lo pelo nariz e pela boca.

.Isso fez com que o Prana se desviasse da glândula pineal, e por isso passamos a ver as coisas de maneira inteiramente diferente,por meio de uma interpretação diferente da Realidade Única(interpretação essa chamada de bem e mal ou consciência de polaridade).O resultado dessa consciência de polaridade nos faz pensar que estamos dentro de um corpo olhando para fora, de alguma forma separados do que está “Lá fora”. Isso é pura ilusão.

Parece real, mas esta percepção de modo nenhum é verdadeira.Nada mais é do que a visão da realidade que adquirimos nesse estado em que caímos.Por exemplo,nada há de errado, pois o Plenum Cósmico/Deus tem o controle da criação.Mas, de um ponto de vista da polaridade, observando o planeta e como ele evoluiu, não deveríamos , em uma curva normal de evolução,  estar aqui.Algo nos aconteceu que não deveria ter acontecido.Passamos por uma mutação—tivemos um rompimento de cromossomos, por assim dizer.Assim, a Terra tem estado em alerta vermelho há quase 13 mil anos e muitos seres e níveis de consciência tem trabalhado juntos para entender como nos levar de volta para o caminho(DNA), onde nos encontrávamos antes.

 

CONCLUSÃO

As provas da existência da Atlântida se acham por todas as partes. Estão incorporadas nos muros de nossos antigos templos, impressas em efígies de civilizações iluminadas cujos conhecimentos chegaram aos mais longínquos lugares do nosso planeta.
Podemos encontrá-la nos contos dos Antigos, que transmitiram suas histórias de geração em geração, compartilhando veladamente a Sabedoria Secreta com aqueles que podiam entendê-la. Está na canção da natureza,nas rochas e cristais de Gaia, porque contêm as vibrações de todo o ocorrido sobre a face da Terra. 
Jazem sobre os leitos oceânicos, estão esculpidas na paisagem e codificadas nas estrelas que brilham sobre nós. Além disso, encontram-se armazenadas em nosso DNA, ocultas nas profundas camadas de nossa memória subconsciente.
 A história frequentemente glorifica o poder dos opressores, aqueles que queimaram os manuscritos da Sabedoria, silenciaram os porta-vozes das verdades místicas, redirecionando as imagens do passado para assegurar o domínio sobre nós, estabelecendo assim a frequência vibratória da vida sobre a Terra.

Nunca podemos esquecer que é esse mesmo poder que registra os acontecimentos históricos, e sabemos que nos relatos existem muita manipulação. Nossas sociedades contemporâneas continuam sendo regidas por esses governantes, a elite do poder, e eles continuam programando nossas crenças para exaltar sua onipotência e nos fazer obedientes.
Com mais esta série, nós da “Luz é Invencível”, vamos disponibilizando mais informações, e dados históricos, bem como as mais recentes descobertas no campo científico, afim de abrirmos mais o leque de opções de nossos leitores e interessados para uma avaliação mais apurada dos fatos.
CONTINUA….

 

“Também havia florestas abundantes de onde se extraía a madeira e campos que alimentavam pessoas e animais domésticos e selvagens. Havia um grande número de elefantes na ilha Atlântica e outros variados tipos de animais, de lagos e montanhas, rios e planícies. [Os atlânticos possuíam também deliciosas] … fragrâncias, perfumes, extraídos de raízes, ervas, flores e frutas. [Havia pomares … e templos, palácios, portos, docas. Os palácios no interior da cidadela eram construídos com um templo, dedicado a Cleito e Poseidon no centro, extremamente inacessível e rodeado de ouro; foi o lugar onde nasceram os dez príncipes e onde eram realizados rituais anuais… Todo o exterior do templo era coberto de prata, e os pináculos [torres] de ouro. O interior do templo era de mármore decorado com ouro, prata e orichalcum… estátuas de ouro, como a do próprio deus [Poseidon] em sua carruagem de seis cavalos alados, cercado de Nereidas e golfinhos… Do lado de fora, rodeando o templo, havia vinte estátuas de ouro, representando os príncipes e suas mulheres… Havia fontes de água quente e fria… Havia muitos templos dedicados a muitos deuses… jardins e lugares para o laser. Alguns somente para os homens… [e havia haras, pistas para cavalos]… As docas estavam sempre repletas de naus trirremes e armazéns por onde circulavam mercadores de todo o mundo… ?” 

O TEXTO DE PLATÃO TERMINA ABRUPTAMENTE…….
 FRAGMENTO DE ‘TIMEU E CRÍTIAS, ou A ATLÂNTIDA”, de Platão

Bibliografia:

1)  O código de Atlântida - Charles Brokaw
2)  Herdeiros de Atlântida - vol.  I e 2 - Eduardo Spohr
3)  Crônicas de Atlântida  - Antonio Luis M. C. Costa
4)  Atlântida - Roseliss Von Sass
5)  Ecos da Atlântida - Loty Ger
6)  O Enigma da Atlântida - Alexandre Braghine
7)  Em busca da Atlântida - Andy Mcdermott
8)  A Alquimia da Ascensão - James Tyberonn
9)  Lightworker 2010 - PDF - biblioteca Virtual
10) O Mistêrio da Atlântida - Charles Berlitz
11) O antigo segredo da Flor da Vida - Drunvalo Melchisedek
12) Light- The medicine of the future - Jacob Liberman








>> Divulgação no site a Luz é Invencível <<

Nota: alguns livros estão disponíveis na " Bibliteca Virtual "  no site a Luz é Invencível


 

COMO A QUEDA DE ATLÂNTIDA MUDOU A NOSSA REALIDADE-TERCEIRA PARTE




Atualmente, as pessoas veem a Atlântida como uma lenda fascinante, como algo que mesmo datando de longa data ainda assim continua prendendo tanto a atenção das pessoas. Indaga-­se do porquê de tanto fascínio. Acontece que ao se analisar a história antiga da humanidade, vê­-se que há uma lacuna, um hiato, que falta uma peça que complete toda essa história. Muitos estudiosos tentam esconder a verdade com medo de ter que reescrever toda a história antiga, rever conceitos oficialmente aceitos. Mas eles não explicam como foram construídas as pirâmides, como existiram inúmeros artefatos e achados arqueológicos encontrados na Ásia, África e América e inter-relacionados ou como foram construídos dezenas de  outros monumentos até hoje, é um enigma. Os menires encontrados na Europa, as obras megalíticas existentes em vários pontos da terra, os desenhos e figuras representativas de aparelhos e até mesmo de técnicas avançadas de várias ciências, os autores oficiais não dão qualquer explicação plausível.
Os historiadores não acreditam que um continente possa haver afundado em uma noite, mas eles esquecem que aquela civilização foi muito mais avançada que a nossa. Foram encontradas, na década de 60, ruínas de uma civilização no fundo do mar perto dos Açores, onde foram encontrados vestígios de colunas gregas e até mesmo um barco fenício. Atualmente foram encontradas ruínas de uma civilização que também afundou perto da China. As pessoas têm que se conscientizar de que em todas as civilizações em que a moral ruiu, ela começou a se extinguir, e atualmente vemos isso na nossa civilização;e o que é pior, na nossa civilização ela tem abrangência mundial. Então, o mais importante nessa história da Atlântida não é o de acreditar que ela existiu e sim ,aprender a lição para nós não enveredarmos pelo mesmo caminho, repetindo o que lá aconteceu.

AS EXPERIÊNCIAS DOS CIENTISTAS ATLANTES QUE CAUSARAM A QUEDA

Oriunda de um aperfeiçoamento e emigração dos remanescentes da Terceira Raça Raiz (Lemuriana), a raça Atlante alcançou rapidamente um patamar elevado em conhecimentos e tecnologia. Esta tecnologia diferia muito da atual em termos de padrão de frequência vibracional. Estava diretamente relacionada com as forças da Natureza e continha aspectos energéticos (metafísicos e radiônicos) e até espirituais unidos numa só Ciência (conceito práticamente impossível de ser aceito e assimilado pela “Ciência” atual). A raça atlante possuía um desenvolvimento bastante avançado das faculdades ditas paranormais, existindo uma “ligação direta” com outras realidades dimensionais. O conhecimento das Grandes Verdades Cósmicas era aberto, não existindo nada absolutamente velado. Mantinham intercâmbio com culturas provenientes de várias regiões do espaço (civilizações extraterrestres) e com os Seres das Hierarquias do Governo Oculto Espiritual do Planeta.


TRIÂNGULO DAS BERMUDAS

Acredita-­se que a tecnologia de construção e manipulação de energias das estruturas piramidais seja de origem extraterrestre, transmitida aos Atlantes , tais como as Pirâmides do Egito e do México (apenas réplicas dos originais atlantes). Na região conhecida como “Triângulo das Bermudas” existe um vórtice de energia espaço-­temporal, gerado possívelmente pela Grande Pirâmide Atlante submersa ali. Neste local, além de outros fenômenos tais como a já rotineira alteração da leitura dos instrumentos de navegação, registram-­se também muitas aparições ufológicas. Aliás, os atlantes dominavam máquinas voadoras que pousavam em qualquer parte do planeta, principalmente nas “Pistas de Nazca” no Peru. Foram encontrados no Egito e, principalmente na cultura Inca, caracteres hieroglíficos e objetos que lembram aeronaves, algumas apresentando as asas em delta. Tais objetos foram testados em túneis de vento, apresentando um comportamento aerodinâmico perfeito. Os “computadores” atlantes eram os próprios cristais de quartzo, utilizados principalmente como armazenamento de conhecimentos e acionados por poder mental (são os cristais “arquivistas” tão conhecidos dos cristal-terapeutas). O domínio dos cristais, juntamente com a manipulação de aparelhos radiônicos (a hoje conhecida “pilha cósmica” dos radiestesistas ,­ um conjunto de semi­esferas sobrepostas foi muito utilizada na Atlântida como arma de grande poder), era um dos pontos fortes de seu conhecimento, uma vez que, aliado a um grande poder mental, era gerado um formidável potencial energético altamente positivo quando bem direcionado, assim como incrívelmente devastador quando errônea e maléficamente utilizado.
 

Na verdade os atlantes detiveram grandes poderes, mas, como o poder denigre o caráter daquele que não está devidamente preparado para possuí­-lo, então a civilização começou a ruir. Eles começaram a separar o desenvolvimento espiritual do desenvolvimento científico. Sabedores da manipulação dos genes, eles desenvolveram a engenharia genética especialmente visando criar raças puras. Isto ainda hoje se faz sentir em muitos povos através do sistemas de castas, de raça eleita ou de raça ariana pura. Em busca do aperfeiçoamento racial, como é da natureza humana o querer sempre mais, os cientistas atlantes tentaram desenvolver certos sentidos humanos mediante genes de espécies animais detentoras de determinadas capacidades. Tentaram que a raça tivesse a acuidade visual da águia, e assim, combinaram genes deste animal com gens humanos; aprimorar o olfato através de genes de lobos, e assim por diante. Mas na verdade o que aconteceu foi o pior, aqueles experimentos não deram certo e ao invés de aperfeiçoarem seus sentidos acabaram criando bestas-­feras, onde algumas são encontradas na mitologia grega e em outras mitologias e lendas.



Ainda no campo da engenharia genética, criaram algumas doenças que ainda hoje assolam a humanidade. A moral começou a ruir rápidamente e o materialismo começou a crescer. Começaram a guerrear. Entre estas foi citada uma que houve com a Grécia, da qual esta foi vitoriosa. Enganam-­se os que pensam que a Grécia vem de 2 000 a.C. Ela é muito mais velha do que o Egito e isto foi afirmado a Sólon pelo sacerdote de Sais. Muitos atlantes partiram para onde hoje é a Grécia e com o uso da tecnologia que detinham, se fizeram passar por deuses dando origem assim a mitologia grega, ou seja, constituindo-­se nos deuses do Olimpo. Por último, os atlantes começaram a fazer experimentos com displicência de forma totalmente irresponsável com cristais e como consequência acabaram canalizando uma força cósmica, que denominaram de “Vril”, sob as quais não tiveram condições de controlá-­la, resultando disso a destruição final da Atlântida, que

submergiu em uma noite.

 

A ENERGIA VRIL DOS ATLANTES-SERIA O QUINTO ELEMENTO?

O grande fator de diferenciação do povo atlante original não corrompido em relação à humanidade atual, era a sua visão liberta de paradigmas. Os atlantes enxergavam o plano invisível e não eram escravos do materialismo como os povos atuais, motivo pelo qual os habitantes da ilha de Poseidonis desenvolveram de forma admirável as faculdades paranormais, o que permitia-lhes uma ligação direta com outras realidades dimensionais como, por exemplo, com a do mundo dos espíritos — a Pátria Maior.Essa visão abrangente permitiu ao povo atlante desenvolver uma tecnologia energética que ficou conhecida pelo nome de “vril”. Essa energia era desencadeada através dos elementos invisíveis da natureza e permitia um grande avanço nos meios de produção, proporcionando ao povo conforto e um elevado padrão de vida. 
O “vril” era uma energia dinâmica capaz de se apresentar sob vários aspectos. Uma de suas formas mais comuns de manifestação era através da “inversão do eixo gravitacional” de elementos materiais.A partir de uma indução energética era possível erguer pesados blocos de rocha como se fossem monólitos de algodão, tecnologia que permitia a construção de grandes edifícios sem a utilização de máquinas pesadas. Era necessário apenas conduzir as pedras colossais aos locais apropriados depois de serem lapidadas através de avançada tecnologia.

Os primeiros egípcios, que ainda dominavam parcialmente o “vril”, construíram as pirâmides de Gizé utilizando-se dessa tecnologia. Somente o “vril” poderia erguer monólitos com duas toneladas de peso sem a utilização de roldanas e guindastes.Outros povos descendentes dos atlantes, como os habitantes da ilha de Páscoa e os Sumérios, também utilizaram-se dessa energia para erguer suas fantásticas construções e seus monumentos.O povo egípcio, os maias, os astecas e outros povos da Antiguidade receberam a influência direta dos atlantes após a submersão da “Grande Ilha”.

Outro exemplo da presença atlante no resto do mundo é a construção de pirâmides por quase todos os povos antigos do planeta. No Egito tivemos as mais impressionantes demonstrações dessa cultura.A Atlântida era um continente repleto desses “catalisadores energéticos” que eram construídos com as mais belas pedras, desde o granito até o basalto negro. Na capital, Poseidon, existia a “Grande Pirâmide” que possuía um tamanho quatro vezes maior que a pirâmide de Quéops, no Egito, e era composta de blocos de cristal branco, que posteriormente foram fusionados, tornando-se uma única peça. Essa grande pirâmide, hoje submersa nas profundezas do oceano, está localizada exatamente na região conhecida como “Triângulo das Bermudas”, gerando uma espécie de energia magneto-espiritual que desencadeia os fenômenos já conhecidos e a rotineira alteração da leitura dos instrumentos de navegação.



Os atlantes dominavam também a tecnologia da informação de cristais de quartzo manipulados pela energia “vril”. O avanço na área da informática foi tal que eles construíram centrais de informações semelhantes aos registros akhásicos do plano espiritual, onde está armazenado em som e imagem todo o pulsar da vida no Cosmo.O povo atlante possuía os registros de todos os acontecimentos de sua civilização e utilizavam-se dessas informações para evitar o trabalho inútil, pois consideravam imperdoável desperdício de energia “criar o já criado”. Portanto, dispunham de um sistema integrado de informações que gerava benefícios a todas as cidades do continente.Outro ponto que fascinava os cientistas atlantes era a total automação dos processos produtivos, mas não com a finalidade de promover a exclusão social, gerando desemprego, como nos tempos atuais. A meta a atingir era a libertação das atividades rotineiras para que o homem pudesse se dedicar ao processo de criação e ao progresso espiritual.A energia “vril” permitia também a criação de veículos não poluentes. Através da inversão do eixo gravitacional, os automóveis locomoviam-se sem rodas, flutuando a dez centímetros do chão. A movimentação em todas as direções e a diferença de velocidade eram comandadas por mudanças na inclinação desse eixo.



Para acreditar que um continente tenha submergido em uma noite não é muito fácil, mas temos que ver que a tecnologia deles era muito mais avançada do que a nossa, e que o poder do cristal é muito maior do que imaginamos, pois se formos ver, os cristais estão em tudo com o avanço tecnológico; um computador é formado básicamente de cristais e o laser é feito a partir de cristais. Mas antes da catástrofe final os Sábios e Sacerdotes atlantes, juntamente com muitos seguidores, cientes do que adviria daquela ciência desenfreada e consequentemente que os dias daquela civilização estavam contados, partiram de lá, foram para vários pontos do mundo, mas principalmente para três regiões distintas:  

O nordeste da África onde deram origem a civilização egípcia; para América Central, onde deram origem a Civilização Maia; e para o noroeste da Europa, onde bem mais tarde na Bretanha deram origem à Civilização Celta.



AS CONSEQUÊNCIAS PARA TODAS AS RAÇAS COM A MIGRAÇÃO ATLANTE

Os Sábios e Sacerdotes Atlantes, prevendo a destruição, emigraram juntamente com os genuínos da Raça para outros pontos da Terra, levando consigo seus vastos poderes e conhecimentos, que  então foram passados oralmente pelos Iniciados, nas “Escolas de Mistério”, a fim de que não caíssem em mãos dos adeptos do “Caminho da Mão Esquerda” e outros irresponsáveis. Os lugares que já eram Colônias, tais como o Egito, pequena parte da Índia, América Central e do Sul, floresceram rápidamente com a chegada dos Sábios, assessorados por ET’s. A principal Colônia, salvaguarda até os dias de hoje, grande parte dos conhecimentos poderosos num local muito bem guardado abaixo da Esfinge e das Pirâmides (construídas pelos atlantes sob supervisão extraterrestre) e em outros Templos ao longo do Nilo, no Egito.
Tais “documentos” (os papiros sagrados de Toth,que era um sacerdote atlante) estão prestes a serem descobertos, segundo Edgar Cayce, famoso e conceituado paranormal norte-americano, que vislumbrou em visões tal fato, ainda na primeira metade do séc XX. Atualmente, descobertas formidáveis têm sido feitas no Egito pelos arqueólogos, constatando novas pirâmides e até um gigantesco Templo (ou palácio) abaixo de uma “moderna” estrutura do período Ptolomaico. Oficialmente, admite-­se hoje que, provávelmente cerca de 55% do Antigo Egito ainda está sob as areias do Deserto e do tempo. E se há muito que se desvendar, a hipótese da existência e consequente descoberta dos “documentos atlantes”, ao contrário de absurda, como ainda teimam alguns céticos, é bastante previsível e até, concreta.

 

CONCLUSÃO

A Terra tem um potencial ilimitado. Cada pessoa tem de decidir se pode aceitar que é um criador, ou continuar acreditando que o Criador é alguém ou algo fora dela. A liberdade de criar é um conceito assustador, que parece tão simples, mas que para os seres humanos é difícil de aceitar. Só aqueles que obtiveram a liberdade de sua cultura, instituições e predisposições do gênero, podem realmente aproveitar o potencial criativo que está disponível. Se nós pudéssemos aceitar o fato de que somos verdadeiramente livres, o que criaríamos agora mesmo? Qual é a visão que nós temos para este mundo?  Qual é a nossa conexão com a consciência atlante? Como essa conexão se expressa em nossa vida?
Os atlantes não só eram mestres criadores, mas eram também igualmente peritos como co-criadores. Isso é essencial, pois as pessoas criam suas perspectivas, de maneira que todas as perspectivas possam permanecer conectadas de alguma forma. Essa conexão é um mundo que se desenvolveu espiritualmente. A conexão com tudo o que existe na existência física inclui todas as formas- pensamento, visões, revelações, inspirações, sentimentos, comportamentos, crenças, atitudes e perspectivas de todas as coisas vivas. A única maneira pela qual toda essa diversidade pode permanecer conectada é por meio de algum campo de energia que existe em todos. Os valores que acompanham essa conexão, são compaixão, amor, confiança, coragem, disponibilidade, aceitação, humildade, gratidão e alegria. Se a humanidade mantiver esses valores, que são todos expressões da vibração de energia que está dentro do plano terrestre e além dele, então a conexão será possível. 
Tudo o que é criado será capaz de existir.  Chegamos finalmente a um atual “momentum vibracional” evolutivo planetário, muito parecido com o que existia em terras Atlantes na ocasião de sua decadência, tanto em termos da baixa energia referente a dor, sofrimento, violência, moral, geradas pela humanidade, como aspectos cósmicos e fenômenos de natureza extraterrestre. Um novo Salto Evolutivo está às nossas portas. Um novo Céu, uma nova Terra .
Quem sabe uma nova e melhor Atlântida? 
CONTINUA…

  
       >> Os eruditos são aqueles que leram nos livros, mas os pensadores, os gênios,
             os iluminadores do mundo e os promotores do gênero humano são aqueles que
             leram diretamente no livro do mundo. <<  ( Arthur Schopenhauer)

Bibliografia:

1)  O código de Atlântida - Charles Brokaw
2)  Herdeiros de Atlântida - vol.  I e 2 - Eduardo Spohr
3)  Crônicas de Atlântida  - Antonio Luis M. C. Costa
4)  Atlântida - Roseliss Von Sass
5)  Ecos da Atlântida - Loty Ger
6)  O Enigma da Atlântida - Alexandre Braghine
7)  Em busca da Atlântida - Andy Mcdermott
8)  A Alquimia da Ascensão - James Tyberonn
9)  Lightworker 2010 - PDF - biblioteca Virtual
10) O Mistêrio da Atlântida - Charles Berlitz
11) O antigo segredo da Flor da Vida - Drunvalo Melchisedek
12) Light- The medicine of the future - Jacob Liberman

>> Divulgação no site a Luz é Invencível << 

Nota: alguns livros estão disponíveis na " Bibliteca Virtual "  no site a Luz é Invencível 


domingo, 29 de março de 2015

A VERDADEIRA HISTORIA DE JESUS/SANANDA




Cristo/Sananda: Sua História - (Através de Ashtar-Athena)

Meus amados, boa noite. Sou Sananda. Minhas bênçãos e graças para todos vocês. Esta noite quero passar um tempo com minha família e falar um pouco da minha vida, ressaltando que, na verdade, ela também é a vida de vocês. Como vocês, meus queridos, eu também fui uma criança que tinha uma espécie de véu. Mas era uma criança diferente. Como muitos de vocês, sementes de estrelas, eu tinha pensamentos e sentimentos que nem podiam ser levados em consideração naquela cidadezinha, onde a maioria das pessoas se preocupavam apenas com coisas menores. Para falar a verdade, não éramos muito populares naquela pequena cidade.

À medida que eu crescia e meus dons começavam a se expressar, muitas pessoas daquela cidade procuravam minha família e diziam: “Não sabemos o que fazer com esse seu filho, Yeshua. Talvez vocês devessem encurtar as rédeas dele. Ele fala de coisas que nossos filhos nunca ouviram falar. E dá um mau exemplo…” Mesmo assim, eu não conseguia refrear o poder do amor dentro de mim, a capacidade de ver além do véu e dentro dos corações da espécie humana, que eu parecia ter desde a mais tenra idade. Quando fui ao templo para pedir conselhos aos anciãos, eles também não conseguiram compreender o meu coração. Comecei a sentir, como vocês às vezes sentem, que eu não fazia parte daquilo e que havia algo errado comigo. 

A Jornada

Certo dia, uma caravana estava passando por nossa vila. Eu gostava de ficar olhando as caravanas, talvez essa fosse a única emoção numa vida muito comum e monótona. Implorei ao condutor da caravana que me levasse com ele para as terras do leste, pois meu espírito me mandava buscar outras pessoas que tivessem um jeito parecido com o meu. Peguei uma carona, por assim dizer, na caravana e, com as bênçãos de meus pais, parti numa longa jornada de muitos meses, embora fosse um jovem com menos de quinze anos naquela época.

Acabei chegando à terra de Arya Vata, que vocês chamam HOJE de Índia. Reparei que havia muitos indivíduos cobertos de andrajos andando por lá, mas em seus olhos ardia o fogo do propósito, queimava o fogo da visão e da santidade. Fiquei com eles, sendo também tomado por um mendigo, um vagabundo, um andarilho sem vintém. Fui a muitas e muitas daquelas moradias, cavernas, ashrams (local de retiro, na Índia). Sentava-me e escutava. Ouvi inúmeros ensinamentos que, a meu ver, não pareciam verdadeiros.

Eu os questionava e creio que não levou muito tempo, não fui bem-vindo, pois fazia as perguntas erradas. Eu perguntava: “Que ensinamento é esse que diz que se deve reencarnar sem parar? E se alguém errar o caminho é possível nascer como um verme ou um inseto ou um animal?” Esses não pareciam ser os ensinamentos do Pai. Procurei outras pessoas e fazia perguntas em qualquer lugar que eu fosse. Ninguém sabia as respostas; pareciam ter esquecido. Mas, de alguma maneira, os ensinamentos da Luz estavam gravados em minha alma.
Retirei-me para as imensas florestas e orei com todo o coração, pedindo orientação. Senti um redemoinho dentro de mim. Não conseguia explicar a paixão que às vezes tomava conta de mim, e eu estremecia de fervor por compartilhar o amor do Pai.

Tive várias experiências maravilhosas. Um dia, eu estava sentado numa área sagrada do Himalaya, sempre frequentada pelos iluminados. Sentado na caverna, tive uma visão fortíssima e uma grande Luz apareceu para mim. Como muitos, passei a duvidar do que vira e comecei a me perguntar se não seria produto de minha mente ou alguma fantasia. Porém, o sentimento que eu havia experienciado não me abandonava. Ele me mandava prosseguir e compartilhar algumas das introvisões que eu tivera.

Como costuma acontecer, um grande ser apareceu para mim e disse: “Meu filho, você está no caminho certo.Confie em você. Deus o escolheu para uma grande missão. Agora vá, e sorva profundamente do espírito. Nutra-se, pois logo chegará o momento em que você deverá voltar para sua terra natal. E, nesse momento, muita dor estará à sua espera. Mas em meio a essa dor, você será uma fonte de salvação para toda humanidade.”

Em minha mente, pensei: “Como isso é possível? Sou uma pessoa simples. Sou estrangeiro nesta terra. Estes seres parecem tão mais sábios do que eu.” Mesmo assim, algo tocou numa corda do saber dentro de mim.

Fiz como o sábio sugeria: meditei, orei e jejuei. Conversei com os animais, com os pássaros e com as árvores. Comecei a sentir a presença de Deus. Por isso, quando eu caminhava pela Terra, mal ousava pisá-la com muito vigor, com medo de que pudesse ferir o rosto do amado senhor. Com o tempo, conforme fui amadurecendo em minha compreensão e aprofundando minha busca espiritual, tive a sensação de que, na verdade, havia sido chamado para uma grande missão.

Começou a se erguer o véu que todos possuímos, quando chegamos aqui. Senti, em minha alma, que era meu destino ir para minha terra natal e, de algum modo, levar a Luz, pois as pessoas realmente haviam perdido a centelha da alegria, da reverência, do perdão e da benevolência. Tive uma experiência na qual me senti como a alma de tudo que estava vivo. Senti como se a Luz de meu coração emitisse raios que conferiam Luz a tudo que existia. Às vezes, eu ficava vagando naquele estado como um louco.

Por fim, retornei à minha terra natal e, lá, eu de fato era um desajustado. Mas, agora, isso não parecia ter muita importância, pois a chama do propósito ardia em meu peito. A missão, que eu sabia ser minha, já me tocara. De início, falei com algumas pessoas simples. Muitas vezes riam e retiravam-se abruptamente no meio de meus discursos. Do mesmo jeito que vocês devem se sentir de vez em quando, eu me sentia tentado a voltar para a terra de Arya Vata (Índia) em meio aos santos, aos poucos iluminados que na verdade encontrei. Contudo, eu sabia que minha tarefa era levar a Luz para a terra em que eu nascera.  Aos poucos, comecei a encontrar uma ou duas pessoas que não me consideravam louco.
Passava algum tempo com elas, falando sobre muitas coisas, abrindo meu coração, esperando que elas passassem a sentir o fervor do amor que eu viera partilhar. Paulatinamente, vieram outras pessoas e trouxeram amigos. Depois de algum tempo, alguns realmente seguiam comigo. Unimo-nos como irmãos e irmãs para um único propósito: levar a mensagem do amor e da graça de Deus. Novamente, o número dos que vinham para escarnecer e zombar era bem maior do que o número dos que vinham para escutar. Como vocês, às vezes sentia-me cansado. Perguntava-me se, de algum modo, havia entendido mal aquele chamado para uma missão.

Decodificando A Missão

Inúmeras vezes eu parava e dizia a mim mesmo: “Não posso deixar de falar o que está em meu coração”. Por isso, eu falava. E creio que isso causou muitos problemas a várias pessoas, pois o que eu falava não tinha nada a ver com os ensinamentos que elas estavam acostumadas a ouvir. Essas pessoas questionavam e duvidavam de minha autenticidade e me repreendiam. Muitas vezes fui preso pelas autoridades por causa de algum propósito maquinado, só para me segurarem e para que eu ficasse calado por um ou dois dias.
Mas como não encontravam nenhum motivo para me deter, eu acabava libertado e partilhava de novo a minha mensagem. Comecei a ter recordações, creio que as posso chamar assim, de ter saído de outro lugar para vir a este mundo. Comecei a me lembrar de que tinha estado aqui como um espírito voluntário, acho que seria assim que vocês diriam atualmente. E comecei a decodificar minha missão. Com a decodificação, veio uma capacitação que eu jamais conhecera antes.

Às vezes eu permanecia no deserto e observava o céu e as estrelas, sentindo como se tudo aquilo que existia tivesse explodindo do meu coração em êxtase e amor. Parecia um louco, apaixonado pelo propósito, com um entusiasmo impetuoso. O entusiasmo era tão contagiante que passou a ligar-me a algumas pessoas que começaram a enxergar a visão e também a decodificar a missão. Juntos, encontramos e fundamos um bando de renegados, creio eu.

Muitas vezes precisávamos nos esconder nas cavernas, nas montanhas e na vastidão do deserto para escapar às pedras que os outros costumavam atirar em nós. De vez em quando era difícil conseguir alimentos, pois não éramos bem-vindos na maioria dos lugares. Tornamo-nos conhecidos como desordeiros e agitadores e como uma ameaça aos ensinamentos e comandos consagrados. Sentia-me como vocês devem se sentir às vezes- desencorajado.

Devo confessar que não foram poucas às vezes em que chorei.

Perguntei ao Pai: “Por que eu? Por que eu? Não tenho a força. Não tenho a sabedoria. Não tenho o poder suficiente para enfrentar a ignorância desenfreada destes tempos”. “Creio que as pessoas mais atraídas por mim também eram párias, renegadas, aquelas que não possuíam boa reputação. Eu também adquiri uma péssima reputação, pois gastava meu tempo com essas pessoas. Descobri que, apesar de seu comportamento exterior, elas possuíam corações generosos e abertos à mensagem de Deus e ao amor Dele.

Comecei a decodificar mais a fundo, e ao fazer isso, todo o vestígio de dúvida começou a desaparecer. Passei a ter o conhecimento, vindo de uma profundeza que eu não conseguia explicar, de que aquilo que eu fazia e ensinava era a verdade. À medida que esse conhecimento começou a verter por cada poro de meu ser, passou a chegar cada vez mais gente para me escutar. Em determinado momento, tinha tantos seguidores que era realmente uma ameaça aos poderosos daquela época. Tornei-me consciente, pois minhas habilidades de telepatia, assim como meus outros dons, começaram a aumentar. Descobri que algumas pessoas pareciam se curar na minha presença. Às vezes, eu era chamado às pressas para colocar minhas mãos sobre certos indivíduos.
Várias coisas maravilhosas aconteceram pelo poder do Pai dentro de mim. Muitas vezes eu dizia a essas pessoas: “ Por favor, não comentem nada a esse respeito. Apenas voltem para casa e desfrutem de sua boa saúde”. Mas, obviamente, como é típico das pessoas, elas comentavam. Os rumores, o escândalo e os mexericos cresceram a tal ponto que desejei, com todo o coração, fugir para as montanhas e esquecer tudo aquilo.

Inúmeras vezes eu parei e disse a mim mesmo que realmente possuía uma mensagem que precisava ser divulgada. Lembrei de minhas experiências com os sábios no Himalaya. Comecei a ter visões (vocês poderiam chamá-las de precognições ). Previ que eu seria severamente perseguido e que sofreria um destino que já se repetira centenas, talvez milhares de vezes naquela época, e que iria acontecer a mim também: a crucificação. Eu sentia medo, como vocês sentiriam. Perguntei-me se a minha mensagem era tão importante a ponto de eu dar minha vida por ela. Orei, chorei e pedi orientação.

A orientação era sempre a mesma: “Você veio para se desincumbir de uma grande lição que será escrita em eras que ainda estão por vir. Sua vida simples e todas as coisas que você está partilhando agora serão como uma Luz para toda a espécie humana.”

Tive uma série de experiências naquele momento, quando estava descansando e imaginava ou sentia presenças recobertas por mantos ao redor do meu leito. Com freqüência, as visões se desvaneciam rapidamente quando eu despertava, e não conseguia retê-las por completo em minha mente. Mas comecei a sentir como se o Pai houvesse enviado acompanhantes para caminhar comigo. Eu também tinha visões estranhas, nas quais parecia estar lá fora, entre as estrelas. Não conseguia explicar isso. Sentia como se estivesse navegando na imensidão do céu. Cada vez que eu tinha essas experiências, sentia-me mais encorajado e seguro quanto ao meu chamado.
Quando, finalmente, tive uma precognição e vi que muito em breve eu seria mesmo levado, ergueu-se dentro de mim um espírito de coragem, de força, de paciência, que só consigo imaginar como uma dádiva do Pai. Quando vocês passam por momentos de grande coação, de grande tragédia, não notam também que um espírito igualmente grandioso se eleva dentro de vocês? Comigo também foi assim.

Uma Merkabah de Luz

Embora eu soubesse que essas pessoas que estavam contra mim não poderiam ser dissuadidas, não importando o que eu dissesse ou fizesse, também sabia que devia concordar. Eu até sabia que alguns de meus seguidores não me seriam fiéis, se dispersariam e logo esqueceriam o que eu lhes havia ensinado. Vi também, em seus futuros, vidas que seriam gastas em sangue derramado na terra. Era como se os véus se tivessem erguido e eu visse o futuro nitidamente. Eu não queria vê-lo. Desejava com toda minha alma que fosse possível mudar o curso do futuro.

Eu Era Verdadeiramente A Luz

Talvez fosse minha imaginação febril. Às vezes, eu não me sentia bem. Sofria de indisposição no estômago e no trato intestinal. Ocasionalmente, isso era acompanhado de febre, Eu pensava: “Talvez seja meu cérebro febril que cria estes pensamentos.” Mas o amor em meu coração e o sentimento de proximidade a Deus, o Pai, era tudo que eu possuía como ponto de referência mais forte.

Quando fui detido e encarcerado, voltei a pensar com cuidado. Como um moribundo, em certo sentido, minha vida inteira passou diante de minha mente. Mas junto com isso vieram, de novo, as visões daqueles que pareciam vir a mim durante a noite e, novamente, as visões de minha estada nas estrelas. Convenci-me de que eu era daquelas estrelas, de que eu possuía um mundo, muito distante, do qual (Sírius) eu viera para esta Terra. Essa visão começou a tomar conta de mim com fervor e, assim, comecei a perceber que não importava o que eles fizessem ao meu corpo, eu não era aquele corpo. Eu era verdadeiramente a Luz que eu tinha visto fluindo da minha essência para todas as coisas.

Depois, fui levado a julgamento e, mais uma vez, aquele poderoso espírito ergueu-se dentro de mim. Só que desta vez ele era tão inexorável, tão ardente, tão apaixonado pelo propósito, que não importava o que me dissessem, era como se visse através do celofane. Conseguia ver claramente e distinguir seus corações. E o que me encorajou muito foi que também consegui ver o futuro deles, ver o momento em que esses corações finalmente se abririam e se libertavam do cativeiro da negatividade.

E assim, mantive-me firme, pode-se dizer, em meditação e oração, fortificando meu espírito, pois sabia que meu tempo na Terra estava chegando ao fim. Percebi, de fato, que iriam me crucificar da maneira mais cruel que pudessem, pois eu dissera várias coisas enquanto estivera em estado de êxtase divino, o espírito fala através da pessoa, não se pode refrear os lábios.

Tudo Parecia Um Sonho

Finalmente, como vocês tem conhecimento em suas histórias, fui de fato levado e posto na cruz. A coisa boa que tenho a lhes dizer é a seguinte: quando aquele dia fatal chegou, eu havia me colocado num tal ponto de consciência, que para mim tudo parecia ser um sonho. Vi as multidões a meu redor. Ouvi o choro de meus companheiros e daqueles com os quais crescera e que havia amado. Vi a confusão e o medo em meus seguidores. Fiz tudo o que pude naqueles últimos momentos para elevar minha energia o mais alto possível para perto de Deus.

Quando me pregaram na cruz, ouvi, como num sonho, o eco das marteladas e nada senti. Não experienciei a mínima dor. Era como se eu estivesse fora de  meu corpo e observasse aquele corpo pregado lá, com os cravos enterrados em seus tornozelos e pulsos. Não conseguia me relacionar com ele como se aquele corpo fosse o meu. Parecia uma caricatura minha. Quando levantaram a cruz e a fixaram no pedestal, novamente eu parecia estar acima daquele corpo, sangrando e abatido, sem sentir nenhuma dor.

Estava num estado de tamanha lucidez que conseguia ver claramente aquilo que o Pai me enviara para fazer. Eu sabia, embora às vezes fosse tentado a entrar numa consciência inferior e a julgar aquilo que acontecia ao meu redor, pois as pessoas me pareciam tão ilógicas, tão cruéis, tão ignorantes. Mas toda vez que sentia isso era arrastado para mais perto do meu corpo. Percebi que se permanecesse naquele estado de consciência, logo voltaria para aquele corpo e estaria experienciando a dor. Então, com muita concentração, mantive meus pranas, meus sopros vitais, na porção mais elevada de minha consciência.

Vivi A Minha Visão

Aquele momento parecia se situar fora do tempo. Não experienciei uma passagem de tempo. Por fim, senti um espasmo abrupto em minha forma física. E dentro de meu corpo sutil, como se eu houvesse estado num balão amarrado a ele e alguém soltado a corda, de repente me senti muito livre e percebi que o corpo morrera. De certo modo, senti-me aliviado, como vocês estariam, pois sabia que não estava mais preso àquela forma, e estava realmente livre.

Fiquei observando quando o corpo foi baixado da cruz e veio alguém, que eu amava muitíssimo e que vocês conhecem como José de Arimatéia, junto com minha amada mãe e outros, e levaram embora meu corpo, chorando. Senti-me muito pesaroso com a tristeza deles. Queria dizer a eles: “Não chorem por mim… Estou vivo. Estou bem. Não chorem. Fiz aquilo que fui chamado para fazer. Eu vivi a minha visão. O que mais se poderia pedir de mim?”

Fiquei olhando eles levarem o corpo e o colocarem na tumba, rolando uma grande pedra para fechar a entrada. Muitos profetas haviam falado de alguém que viria e romperia os grilhões da morte. Realmente, jamais pensei que fosse eu. Preciso lhes dizer a verdade. Nunca me ocorreu que os antigos profetas estivessem falando de minha vida. Quem sou eu? Um simples rapaz judeu. Nada tenho de especial… uma visão… um sonho… algumas experiências do Pai.

Mas percebi que estava rodeado por aqueles mesmos seres maravilhosos que haviam me visitado à noite, só que desta vez estavam me chamando por outro nome. Estavam dizendo que eu precisava me desencumbir  de mais uma tarefa. Fiquei imaginando de que modo faria isso. E eles disseram: “Não tenha medo, estamos com você. Estaremos com você e o ajudaremos nessa grande incumbência. É que você… você foi escolhido para representar este grande mistério do futuro que está por vir.”

Fui instruído e ajudado por esses grandes irmãos a entrar em meu corpo, e foi como entrar em algo muito frio e pegajoso, algo muito instável e ferido. Instruíram-me detalhadamente sobre como gerar o fogo sagrado da transfiguração e da ressurreição. Em minha mente, uma lembrança distante voltou e, de repente, eu me lembrei de vidas passadas nas quais eu estivera numa grande escola de iniciação. Eu estivera num grande edifício que vocês conhecem hoje como a Pirâmide de Gizé. Naquela época, eu também estivera numa tumba semelhante. Como iniciado, eu conseguira realizar a viagem da alma a partir de minha forma inerte até me sentar nos Conselhos de Melchizedek, na Estrela /Sol Sírius, na Constelação do Cão Maior. Aquele pensamento começou a tomar conta de minha mente e, à medida que realizava a decodificação de maneira mais completa, lembrei-me de como fazer isso.

Quando fui colocado de volta no corpo, meu espírito brilhou com propósito, com empenho apaixonado. Respirei, como eles haviam me instruído, concentrei-me em meus sopros vitais e fiz a poderosa essência de vida percorrer aquela forma. A forma começou a ter espasmos e a tremer. Começou a exalar um estranho odor que encheu a tumba. Experienciei uma chama ardendo por todo o meu ser e continuei meditando e respirando e difundindo, dispondo-me a voltar à vida.

Eu Sou A Vida Eterna

Bem, alguns de vocês tem uma noção geral do que aconteceu. Queria lhes contar minha experiência. Quando fiz aquilo, subitamente o corpo, por si mesmo, começou a se elevar da tumba. Tive uma experiência dupla, a de estar fora do corpo, olhando para o que acontecia, e a de estar dentro do corpo, simplesmente queimando com energia e Luz e poder. Descobrindo-me de certa forma espantado, de repente o corpo caiu na laje fria sobre a qual eu tinha sido colocado e a Fraternidade materializou-se na tumba comigo e disse: “Não tenha medo. Você pode fazer isso. Nós o ajudaremos. Uma vez mais, concentre-se em sua respiração. Respire. E seja a Vida Eterna.”

E eu repetia para mim mesmo: ”Eu sou a Vida Eterna.”

Quando respirei desta vez, meu corpo se metamorfoseou em Luz radiante de um modo pleno, total e completo. A próxima coisa de que me lembro é que fui de repente elevado pelos ares. Eu estava flutuando. Estava dentro de uma Luz selada. Depois, estava em pé num aposento circular com esses mesmos irmãos.

Disseram-me que minha visão estava quase completada. Eu fizera algo maravilhoso. À medida que falavam, minhas recordações foram voltando cada vez mais. Eu me lembrei deles, e me lembrei de que eles me haviam trazido e me colocado dentro do meu corpo quando eu era criancinha. Reconheci meu pai - ele fora um desses Grandes Anciãos - e minha mãe. E de repente senti-me como o ator de uma peça, que fica tão mergulhado na representação correta de seu papel que se esquece e perde de vista o fato de que, na verdade, tudo aquilo era um teatro. Fui elogiado e cumprimentado. Meu corpo foi regenerado e restaurado na companhia de meus Irmãos. Vi e entendi por que eu tivera aquelas visões de navegar pelas estrelas, pois, de novo, estava navegando por entre as estrelas numa nave de Luz maravilhosa (UMA Merkabah).

Disseram-me para voltar à Terra, a fim de testemunhar e testificar a imortalidade de toda a humanidade. Eu estava estabelecendo um protótipo que seria consumado dali a milhares de anos. Aparentemente caí numa espécie de sono e, quando acordei, estava na Terra, sob uma grande tamargueira. Levantei-me e me perguntei se sonhara tudo aquilo. Meu corpo parecia bem, mas tinha algumas marcas. Quando observei as marcas, percebi que , de alguma maneira, fisicamente, eu de fato tivera aquela experiência.

Levantei-me e olhei ao redor. Vi que estava na área onde estavam vivendo muitos dos que haviam me seguido, mas eu era como um fantasma. Ninguém parecia ver-me. Eu estava em outra dimensão. Falava em voz alta, mas ninguém me dava ouvidos.

Os Irmãos falavam dentro de minha mente, telepaticamente, e sugeriram novamente aquele mesmo respirar e a concentração de minha energia, dizendo que eu a levasse para as pernas e para os pés. Meu corpo estava um pouco dormente e eu continuava com a sensação de uma existência irreal. Dentro de alguns dias estabilizei-me e fui me encontrar com vários dos que haviam me seguido.

Eles mal conseguiam acreditar que eu era aquele que fora crucificado. Duvidaram de mim. Entrei, ceamos e bebemos suco de uvas. Comi carne de peixe. Permiti que eles tocassem meu corpo e vissem as chagas nos meus pés, no lado, nas mãos. Ainda havia cicatrizes e marcas em minha testa, deixadas pela coroa de espinhos. Chegou o amado José de Arimatéia, que era como um pai. Vocês sabem que meu próprio pai retornara à Fraternidade antes que eu atingisse a maioridade. Então, José disse: “- Venha, meu filho. É tempo de você retornar à Fraternidade de Luz, pois tem muito trabalho a fazer.”

Em seguida fomos para uma imensa floresta e lá nos sentamos em meditação, e comunguei novamente com o Pai. Disseram-me que eu devia ir de novo para as montanhas do Himalaia; lá a Fraternidade esperaria por mim. Eu tinha muito a fazer em muitos territórios estrangeiros. Vejam, minha mente estava de tal maneira que, novamente, como muitos de vocês, as dúvidas continuavam a surgir. Percebi que é por isso que a humanidade tem tantos problemas. A mente é de tal maneira que sempre duvida do miraculoso. Mas ao sentar-me com aquele ser bondoso e querido, que eu amava com toda a alma, comecei a me concentrar uma vez mais em meu propósito. De novo comecei a integrar as energias que inundavam meu ser.

Apareci para muitas pessoas naqueles tempos e algumas conseguiam me ver por causa de sua clarividência, algumas conseguiam me sentir, algumas não me viam de jeito nenhum. Subi uma colina e dois dos Irmãos vieram e cada um deles ficou de um lado. Àquela altura havia um pequeno ajuntamento, outra vez, daqueles que realmente sentiam minha energia e de fato experienciavam a maravilha que recaíra sobre mim. Tive novamente uma sensação de elevação, uma sensação de que a Luz me engolfava. Senti como se cada poro de meu ser estivesse inundado de Luz. Fiquei um pouco zonzo e desorientado e percebi uma voz muito profunda dentro de mim falar:
“Eu Sou A Ressurreição. Eu Sou O Caminho. Eu Sou A Vida Eterna. E Embora O Homem Morra ou Pareça Morrer, Ainda Assim Ele Vive Em Mim”.

Perguntei-me de onde vinha aquela voz e sabia que era do Senhor Deus dentro de mim.

Outra vez, senti que eu subia, subia, subia, junto com os meus amados Irmãos e companheiros. E olhei para o alto e vi uma nuvem maravilhosa que novamente recebia a minha essência. Assim que parei naquela nuvem maravilhosa, achei-me de novo no aposento circular com meus Irmãos. Mais rápido do que pensamos, voamos para dentro da Fraternidade dos Mestres, para o que vocês chamam de Shambhala.

Lá, uma vez mais, dentro da secreta imensidão de seus rostos mais sagrados, encontrei um lar e um povo.

Vivia entre os imortais, descobrindo que eu também era imortal. E o sono de eras, os últimos vestígios dos véus necessários foram erguidos de meus olhos e conheci a mim mesmo, como eu sempre fora conhecido. Na companhia de meus Irmãos, de meus companheiros, aprendi a enviar meu espírito pelo mundo. Materializando-se em forma à vontade. Aprendi (para ser mais exato, talvez devesse dizer “reativei”) minhas capacidades de transcender o tempo, o espaço, a matéria, a dimensão. E atingi a plena consciência, o pleno conhecimento e a plena recordação.

Saí de lá e apareci a todos os remanescentes das Doze Tribos de Israel que, àquela altura, tinham se (suas almas) espalhado por todos os continentes e haviam se corporificado em diversas raças e diversos povos DIFERENTES. Cheguei-me a eles e com eles vivi. Passei-lhes os ensinamentos do reino de onde eu viera. Após haver partilhado minha essência durante muitos , muitos anos, finalmente percebi que era hora de me desfazer da vestimenta que eu usara sobre a Terra. Então eu a tirei e a deixei, pois ela havia cumprido o seu propósito. Quando dei partida do veículo físico, eu estava à beira de um lago encantador. Acredito que, hoje, vocês chamam aquela terra de Kashemira (Hoje região da Índia na divisa com o Paquistão, onde existe um túmulo muito antigo de um homem santo venerado com o nome de Santo Issa ).

Uma vez mais, senti a presença dos Irmãos ao meu redor, uma vez mais fui erguido em Luz para uma espaçonave (Merkabah) maravilhosa de Luz. Soube, então, quando completei a missão daquela vida, que eu era comandante estelar daquela nave e que eu havia, pela força divina, conseguido a plena retirada do véu para encenar, como o ator de uma peça, o triunfo sobre a ilusão. Eu tinha de fazer isso a partir de dentro da ilusão, exatamente como vocês.
Aquele estranho nome pelo qual me chamavam, que me soava tão estranhamente familiar, Sananda, é o nome pelo qual sou conhecido, e descobri que eu era filho de um grande Rei e de uma grande Rainha,  e que eu viera de uma poderosa linhagem de Kumaras. De fato, eu era Sananda Kumara. E mais, eu era uma multiplicidade de seres, um dos quais era chamado de Sanat Kumara, Sanaka Kumara e Sananda Kumara.

E assim, descobri dentro de mim que eu era mais do que jamais sonhara. Veio a mim, outra vez com grande assombro, o redescobrimento, a lembrança e o reinado de meu pleno conhecimento e de minha plena qualidade de ser.

Compromisso Com A Libertação De Todas As Almas

Olhei para trás, na direção da Terra, e soube com toda minha alma que estava comprometido com a Ascensão e Liberdade de todas as almas daquele planeta. Fiz o firme Voto de que voltaria sempre, na verdade eu nunca iria embora, pois parte de minha essência permanecia em Shambhala, mesmo que eu vivesse nas espaçonaves. Com minha visão clarividente, previ a época em que todo um povo se elevaria em vida Eterna e na Luz mais gloriosa que vocês consigam imaginar, exatamente como eu me elevei, e proclamei a Glória de Deus e da Vida Eterna. 

Contei-lhes esta história porque queria chamar atenção para o fato de que, exatamente como vocês, eu estava toldado por véus, tinha uma vaga lembrança das minhas saídas do corpo. Eu decodifiquei. Despertei e escolhi cada passo do caminho.

Escolhi a graça, a confiança e o perdão, a gratidão e a exaltação de Deus Todo-Poderoso; e, além disso, escolhi o Amor.
Aquilo que eu fiz, continuamos a fazer agora, nesta era. Isto é maior do que o que eu fiz, porque vocês o estão fazendo em grupo. Vocês o estão fazendo por intermédio da Cooperação, numa camaradagem que eu não conheci na minha época. Por isso, Eu Os Saúdo e os Aplaudo e os Amo com toda a minha Alma.

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

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